VISATE – Ainda há esperança!

Novembro 29, 2007

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Ontem, fomos eu e o Marcos fazer a conferência do enduro.

Eu furei dois pneus. Ele nenhum.

Recebi um e-mail dele agora de manhã. Na esquina da rua Garibaldi, vinha um “Visatão” ele fez sinal que ia dobrar. O cara fez sinal com os faróis, buzinou e acenou, deixando ele dobrar.

Depois o cara ainda abriu o vidro e acenou pra ele.

Será que treinaram todos os motoristas? Acho que não.

Educação vem de berço. Esse motorista, o que estava dirigindo o coletivo número 414 por volta de 21 horas é um sujeito educado. Parabéns a ele!


Conferência do Enduro – 1

Novembro 29, 2007

Que for andar no enduro, não precisa se preocupar com pneus furados por causa dos espinhos: eu já juntei todos.

Sim, e ficaram grudados nos meus pneus.

Faltou pouco, muito pouco, pouco mesmo, pra não chegar em casa empurrando a bike ontem.

Foram dois pneus furados. Sábado tinha sido um. Agora preciso urgente comprar duas câmaras novas e um jogo de remendos.


Levantamento do Enduro – 3

Novembro 24, 2007

Acordei tarde hoje…. já eram mais de 8 e 30.

Resolvi sair mesmo assim. O tempo prometendo chuva (meio nubladão, estranho). Mas pensei em fazer os desenhos e medidas pelo menos da primeira trilha.

E fui. Comecei do poste de concreto onde a turma vai zerar os odômetros. Dei trocentas voltinhas dentro do terreno, sobe e desce. Bem bom de andar, várias mudanças de média pra confundir (acho que vou aumentar um pouco algumas delas).

Depois um trilhão pra descer e o segundo empurra-bike (média 3). Prefiro que eles subam, do que desçam… é mais seguro.

Na sequência outra trilha aberta pela turma do Gringo Brandalise no enduro dele, uso exclusivo!

Depois um trechinho de asfalto até entrar na trilha urbana sem nome. Puxa, aquilo tá muito sujo. Lixo pra todo lado e vários, digamos, sub-produtos da alimentação humana espalhados por ali. É necessário muito cuidado!

Depois minha trilha favorita, entrando no milharal, seguida da trilha da Linha 30. Parei para falar com os proprietários, tudo certo. No final dela, parei pra falar com a “nona”. Além de ser surda, não entende quase nada de português, e eu que no capisco talian, não consegui falar “dezesseis” pra ela… Mas ela disse que posso passar, não precisa nem pedir.

Na sequência um trecho de uns 4Km até o Ranzolin. Lá vai ser um neutro, voltando e pegando uma subida empurra-bike (número 3) por baixo de mais um parreiral. Saindo dele, uma estradinha subindo até uma chácara, segue-se a trilha, uns valos e um barrão felomenal! Vou fazer um pega-ratão nesse lugar, sem muitos detalhes.

Mais um empurra-bike (número 4), algumas descidas e subidas até São Luís da 9a. Légua, partindo para a última subida da prova, com uns 600 metros e bem chatinha.

Aí um descidão pelo asfalto e uma surpresa que vai aguardar os competidores na chegada.

Agora é só digitar, desenhar, calcular, passar mais duas vezes pelo trajeto para conferir, cortar alguns matos, prender algumas fitas… fácil né?

Tirei várias fotos, estão no álbum:

Enduro Bike Caxias do Sul 2007

Levantamento do Enduro – 2

Novembro 23, 2007

Trilhas de hoje: seu Joanin e Cantina Zanrosso.

Nas terras do seu Joanin, vou fazer um pequeno laço, quem não estiver atento, vai perder PC. Tem uma subida forte no início, com bastante cascalho, mas dá pra ir tranquilo.

Depois que vira trilha, dá pra andar tranquilo, média 9 é bem normal. Tem uma descida boa, vou colocar uma médiazinha bem mais alta, um neutro na casa (para conhecerem a figura que é o seu Joanin) e depois sai no asfalto.

Subida normal até a Cantina Zanrosso.

Lá eles tem belos parreirais. Ali basicamente farei uma volta ao redor de todo ele para uma subida empurra-bike até o terreno plano.

Na parte do plano eu não cheguei a desenhar nada, só pedalei pelo lugar e já tenho o roteiro todo planejado. Já sei até onde vou deixar os PC´s (dá pra ter vários ali).

Não fiz o cálculo dos tempos ainda, mas falando em distâncias, já somou uns 10Km aproximadamente. Considerando que estamos a uns 7Km do Ranzolin, vai dar a distância que eu imagino, entre 25 e 30Km.

Hoje não tirei fotos.


Levantamento do enduro – 1

Novembro 23, 2007

O trajeto já está desenhado na minha cabeça, só falta passar para o papel.

Ontem fui no finalzinho da tarde. A intenção era desenhar as duas primeiras trilhas.

A primeira começa com uma subida de aproximadamente 1Km. Estradinha com bastante cascalho. Depois entra-se numa lavoura, passa ao lado de um parreiral e entra no mato.

No começo é tranquilo. Depois começa a descer e tem muitas “cavas”. Eu sou ruim, admito que não consigo descer andando naquilo. Mas tudo bem, faz parte do esporte, ia colocar do mesmo jeito, com média baixa (6, mais do que isso é difícil).

Mas o problema não foi esse, foi o rio. Eu tinha na cabeça que no final tinha uma pinguela ou coisa parecida, mas não tem.

E o rio é fedorento, a água é suja e poluída. Atravessamos o rio com a água pelo joelho. E imagina se chove? Tem sujeira presa nos galhos até uma altura de uns 2 metros! Aquilo vira um Rio das Antas

Definitivamente, NÃO. Passar na água sim, água podre, não tem como.

Primeira trilha descartada.

Fiz uma voltinha, com um deslocamento maior pelo asfalto e umas voltas em algumas estradinhas secundárias para compensar a quilometragem.

Hoje farei a trilha do seu Joanin.

Fotos no álbum do enduro (vou atualizando conforme fizer o levantamento).

Enduro Bike Caxias do Sul 2007

São Marcos – Flores da Cunha

Novembro 17, 2007

Hoje o dia prometia. Prometia uma ventania, novamente.

Eu e o Marcos saímos às 7:30 com destino a Criúva. Seguimos pela Rota do Sol, com um vento contra de matar.

Antes disso, um piá abobado passou pela gente na subida do Imigrante, numa Kona prata (ainda vou descobrir quem é). Além de não cumprimentar, deu um sprint pra dar uma de fodão. E retardado, se agarrou na traseira de um caminhão. Estamos bem arranjados, esse é o estilo dos “novos” ciclistas.

Chegando em Vila Seca (com esforço, as pernas ainda doíam de quinta-feira), uma cena inusitada: um sujeito num Uno vermelho puxando um cavalo pela rédea. Ele vinha pelo acostamento, bem devagar… coisa de circo!

Entramos na estrada que leva a Criúva, também conhecida como “Rodovia dos Gringos Retardados e suas Pick-ups Turbinadas a 80Km/h”. Além dos caras andarem com carros grandes, ainda aceleram. Deve ser para compensar alguma coisa pequena que eles tem no corpo, só pode.

É impressionante! TODOS passam em alta velocidade, jogando cascalho e poeira. Não fazem a mínima questão de reduzir um pouco.

Chegamos numa encruzilhada: reto vai para o Dallagno. À esquerda, São Marcos.

Fizemos uma mudança de planos, resolvemos ir a São Marcos e de lá decidir o resto do caminho.

Nessa estrada o vento deu um pouco de trégua, conseguimos andar um pouco melhor. A estrada Rio Branco passou por melhorias de alargamento, ficou legal. Andando 7 Km, dobramos à esquerda, a estrada fica mais estreita. São mais uns 15Km até o asfalto que liga São Marcos a Criúva.

Chegando em São Marcos paramos num posto para tomar uma Coca e comer o sanduíche. Decidimos seguir em direção a Antônio Prado, por estrada de chão. São 13Km morro abaixo, descida leve, com um visual muito legal (a maioria das fotos são dessa descida).

Chegando na ponte de ferro do rio São Marcos, presenciamos algo inédito: um batismo, ou seja lá como se chama de uma dessas seitas. Acho que candomblé…. não sei… um sujeito colocava outros dentro do rio e mergulhava a cabeça dele, falava algumas coisas enquanto outros tocavam uns tambores e ficavam cantando. Nem olhamos muito, nem tiramos fotos, vai que eles não gostam.

Bom, saindo da ponte (primeiro nos pelamos, ficamos com o mínimo necessário) chegamos na RS122 e início da subida de 8Km. O termômetro do Marcos marcava 390C.

Subimos num ritmo bom, nem forte, nem fraco, mantendo uma velocidade em torno de 11Km/h e meus batimentos em 175bpm. Não era fraco.

Fizemos uma parada estratégia no plano do km5 para tomar um pouco de água e esfriar a cabeça e depois concluímos os últimos 2km.

Paramos no posto de pedágio da Convias. Era a hora da vingança. E quem sofreu foi o vaso sanitário do banheiro masculino. Obriguei-me a passar um fax para Boston 8)

Depois entramos na sala VIP. Ar condicionado, água gelada, balinhas… enchemos as caramanholas e os bolsos e saímos para o trecho final.

Entrando em Flores da Cunha, pela primeira vez andei numa ciclovia. Toda pintadinha de vermelho, com uma extensão de uns 2km. Muito legal, acho que é a única da serra.

De Flores a Caxias, resolvemos vir pelo asfalto: mais fácil e mais rápido. Em compensação somos obrigados a tolerar uns retardados mentais. Levei um fininho de uma MOTO, fui parar no acostamento. Novamente: os caras aceleram pra compensar alguma coisa que eles não tem, ou tem muito pequeno, só pode.

Cheguei em casa às 14:30 com 102Km pedalados em 5h19min de pedal, média de 19,1Km/h. No total foram 6h30min de exercício com média de 143bpm o que corresponde a aproximadamente 55.770 batidas do coração e a 5200 calorias.

São Marcos

Proclamação da República

Novembro 15, 2007

15 de Novembro. Um frio de lascar. De manhã cedo estava marcando 8oC nos termômetros da cidade.

Mas o pior era o vento. Forte e contra.

Achei que era exagero, mas coloquei minha camisa X-Thermo, camisa de ciclismo e um quebra-vento. Pensei mesmo que teria que tirar a X-Thermo.

Nos encontramos na praça. Lá estavam o Marcos, Jorge e o Isaac. O César dormiu demais (again!), o Andrius não podia, o Testa queria andar amanhã.

O Isaac estava estreando sua nova bike: uma Cannondale Scapel Lefty. Show de bike, uma mescla de LX com S-Ram X-9, freios Avid, rodas Mavic CrossMax. Amarela, muito linda.

Claro que já fizemos um pequeno teste com ela, pra ver se não caíamos pro lado direito…

Na praça também estavam reunidos alguns espideiros que foram andar na Rota do Sol (devem ter se ferrado bonito com a ventania), mais o Moto e um amigo, que iriam treinar pros lados de Farroupilha.

Nossa idéia inicial era: bairro Castelo, Fazenda Souza, São Roque até uma encruzilhada, pegando a direita e depois a direita novamente na estrada do Juá, seguindo até a Tabela, depois Santa Lúcia, voltando pelo Bar do Véio.

Começamos num ritmo mais ou menos forte. Era isso ou congelar.

No asfalto de Fazenda Souza o Isaac perdeu o vácuo e já ficou. Na estrada de chão, eu e o Jorge começamos a puxar um pouco mais e o Marcos ficou fazendo companhia para ele.

Ao chegarmos na encruzilhada, uma parada para esperar. Assim que eles chegaram fizemos um test-drive num ambiente melhor, descida e subida.

A bike é muito legal, mas para o meu gosto é muito “landauzão” demais. Talvez seja pelo costume que eu tenho com a Scale, que é totalmente racing. Quase toda a bike que eu experimento, tenho essa mesma sensação. A suspensão dianteira é bem firme, contrariando as expectativas de uma coisa molenga. A traseira é de uma full: pedalando com força, ela engole um pouco da força, ao invés de ir pra frente, afunda. Não tentei travar a suspensão, quem sabe muda…

Na saída, o Isaac deu com a roda traseira numas pedronas. Pepino: sua camâra de ar reserva era bico grosso, não entrava no aro. Tivemos que remendar QUATRO mordidas! (camâra bem fininha). Mas não dá nada, enquanto arrumamos só se falou bobagem e demos muitas risadas. Na saída dessa estrada, experimentamos o “vento de 4 costados”. É assim: quando você está descendo ou subindo, ele é contra. Você faz uma curva, e ele é contra. Vira pro outro lado e ele é contra. Faz meia-volta e ele é contra.

Da estrada do Juá até a Tabela, fomos eu e o Marcos na frente, ritmo normal, não molenga. Ao chegarmos na Tabela, tivemos a idéia de voltar direto pra Fazenda Souza, poir imaginamos que o Isaac estaria muito cansado pra subir o Véio. Pedal é isso, companheirismo, se tem alguém mal, o negócio é facilitar, mesmo que os planos tenham que ser mudados.

Dito e feito. Voltamos direto. Ah… essa estrada é muito boa pra dar uma lenha!!! Em 13Km de chão com sobes e desces mais uma subidona de quase 2Km fiz uma média superior a 22Km/h. Bom demais forçar as pernas.

Chegando em Fazenda Souza fomos direto pro bar do “não tem”. Dito e feito, pedi uma Coca 2 litros, o cara já puxou do freezer um Sprite: “-Não tem Coca, só Sprite”. Porco cán!!! Alguém já viu faltar Coca-Cola num restaurante?!?!!? Me indignei e fomos até o boteco ao lado do mercado.

Lá tomamos uma Pepsi com Biluzitos. E nada do Jorge e do Isaac. Esperamos uns 20 minutos e chega o Jorge com a notícia: ele tava mal, esgotado.

Como eu tinha compromisso as 14 horas, me mandei sozinho. No cacete. E que saco, parado no frio, começou a doer o meu joelho direito, não dava pra forçar muito.

Resolvi vir só pelo asfalto e subir o Eberle, caminho mais rápido (mas não o mais fácil). Em 60 minutos estava em casa, meu recorde pessoal.

No final das contas, 87Km, com média de 21,4Km/h. Bem bom.

Depois liguei para o Marcos. O Isaac precisou de resgate. Ele anda seguidamente, mas acho que são distâncias menores e num ritmo mais leve. É questão de tempo e treino.

As fotos estão num álbum do Picasa, o link, abaixo.

Pedal da Proclamação

GT Avalanche 2.0 2005

Novembro 12, 2007

Espaço para os comerciais.

Se alguém se interessar, tenho uma bicicleta dessas para vender.

Detalhes no site do Pedal.

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Carrega-bike

Novembro 8, 2007

Ontem tentamos (eu e o Marcos) descobrir um caminho paralelo até Flores da Cunha, mas longe dos motoristas irresponsáveis.

A primeira parte, beleza, subida até o SPA, descer pelo Zanrosso, à direita até a RS122. Entramos na Vila Maestra. Um asfaltinho bem estreito, subidinha. Tava tudo certo.

Mais um pouco e acaba o asfalto, fica mais estreito, vira um trilhão, depois uma trilhazinha, depois tem um valo para saltar e…. acaba a trilha!

Uma breve investigada pelo local e concluímos que não tinha saída, o negócio era AO ALTO E AVANTE, em direção a RS122.

Uma verdadeira escalada, jogando as bikes pra cima, tentando achar algum ponto para pisar… depois de uns 15 minutos, conseguimos chegar (detalhe do local na foto – a linha branca é a escalada, a rosa o caminho pedalado).

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Depois de voltar para a civilização, permanecemos sempre na estrada paralela a RS122 (do lado esquerdo para quem vai no sentido Caxias-Flores), até sairmos no Parque das Pitangueiras. Uma saída para o asfalto, contorno em direção a Antônio Prado, logo em seguida para Otávio Rocha. Retorno sempre pelo asfalto e depois linha 60. Coisa habitual.

No final, 45Km e vários arranhões nos braços e pernas. Mas não vamos desistir, ainda encontraremos o caminho.


VISATE: uma empresa de motoristas irresponsáveis

Novembro 6, 2007

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Pois bem, vamos a mais um capítulo dessa novela.

O que eu consegui até o momento: nenhuma posição oficial da empresa, mesmo que eu tenha ligado para pedir se alguma penalização ou treinamento foi dada para o IMBECIL que conduzia o coletivo naquele dia fatídico. Paciência.

Ontem tive mais um BELO exemplo: eu estava de carro, não era portanto um ciclista. Enquanto eu aguardava pacientemente na fila de carros que se forma na BR116 antes da Polícia Rodoviária Federal, outro IMBECIL dessa empresa veio pelo acostamento, ultrapassando todo mundo.

Ele tem esse direito? É só ele que tem horário a cumprir? E quem está indo para a aula ou outro compromisso?

Claro que ele não pensou na possibilidade de ter algum pedestre desatento pelo acostamento, afinal, acostamento é para ônibus ultrapassar todo mundo não é?

Ah… estava esquecendo: recebi quatro comentários para os meus posts. Três escritos pelo semi-analfabeto auto-intitulado “Motorista de Carreta” cujo e-mail (falso) é irmaodaestradacarreteiro@hotmail.com pelo IP 200.187.214.11 e mais um outro do “Não importa” cujo e-mail (também falso) é brado-k@hotmail.com do mesmo IP. Você acha que sou bobinho é?

Não vou aprovar os comentários. QUEM MANDA AQUI SOU EU! Ainda mais quando o maricón não tem a coragem de colocar o nome e e-mail verdadeiros.

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