Influências

Março 6, 2008

Depois da speed, só peguei minha Scale uma única vez. Duas melhor, uma pra andar num sábado (pouquinho, em torno de 40Km) e depois pra lavar a dita e deixar ela lubrificadinha. Tá uma jóia!

Tenho andado praticamente só de speed. Nas noites (já andava só no asfalto mesmo), nos sábados e agora também nos domingos.

Essa é uma das grandes diferenças que percebi entre as duas modalidades: se eu quisesse (e tivesse tempo, ou melhor, não tivesse outros compromissos), poderia andar todo dia. Com MTB tenho a impressão de que no dia seguinte estou sempre quebrado.

De speed não. Chego cansado sim. Pernas moles, braços fraquejando. Mas no dia seguinte o corpo responde melhor. Respondendo melhor, consigo andar no domingo de manhã por exemplo, fazer uma volta curtinha até Farroupilha ou Caravaggio.

E tenho feito novas amizades, mesmo que involuntariamente. Afinal, ciclista é ciclista. Ao encontrar alguém, a conversa é automática.

Nesse sábado fui alcançado na metade do caminho por ninguém menos que o Campeão Gaúcho de Resistência 2007…. fomos andando e conversando até alcançarmos mais dois ciclistas. E vejam só, um deles era o Campeão Gaúcho de Resistência 2006.

Mas que barbaridade! Bem acompanhado!!!! Mas a minha sorte é que estavam treinando giro (é início de temporada) ou ficaram com pena de mim. Consegui acompanhar na boa.

E as influências com os amigos? Um dos parceiros de MTB ainda não devolveu a bicicleta que pegou emprestada na loja… já disse pra ele comprar de uma vez.

Um outro, companheiro de trilhas e parceiro de dupla nos campeonatos de enduro (fomos Campeões Gaúchos em 2006) ligou hoje: acabou de comprar uma Specialized Allez (eu vi essa bike lá na Estação Bike, vermelhona, coisa linda!).

A próxima “vítima” que tenho que convencer é meu irmão.