Sonho de consumo
Junho 2, 2008Speed – Minhas impressões
Setembro 5, 2007Ontem à noite fiz um test-drive.
Consegui uma bicicleta speed emprestada por uns dias. É uma configuração bem básica: um quadro Montagna (não sei que marca é essa), pedivela Truvativ, trocadores e câmbios Sora, cubos Deore (de mountain bike), pneus Michelin.
Bem usadinha, mas em bom estado. Os câmbios não estão lá muito bem regulados, então isso justifica algumas “barbeiragens” minhas.
Minha impressão inicial era de que estava sentado no chão. Ela é mais perto do solo do que uma mountain bike. Demorei até ajustar a altura certa do selim.
A segunda sensação foi a pressão nas mãos. Pela postura mais inclinada, senti logo que o peso do meu tronco está dividido entre o selim e os braços (na mountain, é quase 100% no selim). Comecei a alternar a posição das mão e melhorou um pouco.
Feitos os primeiros ajustes, peguei um atalho para chegar no asfalto. A sensação de andar no paralelepípedo é horrível, preciso evitar esse caminho.
Comecei a sentir as primeiras irregularidades do asfalto. Qualquer remendinho tem reflexo imediato nos braços e no final da coluna
.
Na primeira subida longa, onde normalmente subo na coroa do meio e em 3a. ou 4a. marcha, optei por subir em primeira marcha. É mais pesada, mas rende. Subi devagar, com cuidado.
No plano ela rende muito bem. Coloquei a coroa grande e experimentei uns sprints. Não tive segurança pra imitar o Pettachi ou o Bettini, a sensação de desequilíbrio segurando na parte baixa do guidão e pedalando de pé é grande.
Aos poucos fui me acostumando com a relação. No retorno do trajeto (depois de uns 15Km até Ana Rech) subi o viaduto da BR116 na coroa grande! Quando percebi estava no final do morro e nem estava com os batimentos muito altos.
Fui até o circuito da Casa de Pedra. Consegui acompanhar um pessoal que estava andando por ali (de speeds também), tranquilamente. Para minha surpresa, andei sempre na coroa grande, coisa praticamente impossível na minha MTB.
E hoje à noite teremos a tradicional carnificina da quarta-feira. E vou de speed pra ver se consigo acompanhar o resto do pessoal.
Objeto de desejo
Agosto 30, 2007Descobri esse “brinquedinho” agora há pouco e se tornou (mais) um dos meus sonhos de consumo. Polar CS 600 (visitem o link, vale a pena, pela animação em Flash e pelas informações). Acabou de deixar o meu Polar S150 no chinelo.

Funções básicas:
- sensor de potência
- tela de 3 linhas configurável
- 5 zonas de treinamento programáveis
- limites “ciclistas”: máximas e mínimas de potência e cadência.
- consumo de calorias
- “cycling economy”, uma previsão de calorias a serem gastas, para uma previsão da alimentação necessária
- “cycling efficiency” que faz referência ao consumo energético X potência gerada
- inclinômetro: indica em tempo real o % da subida ou descida
- subidas e descidas: indica, em metros, o acumulado de subidas e descidas na corrida ou treino
- Polar Protrainer 5: o software é fornecido para análise dos dados
- comunicação com o PC para recuperação dos dados
E mais, muito mais.
Só não gostei de duas coisas: o preço de 380 euros e ele não tem no Brasil (encontrei na Espanha nesse site).

Escrito por Zaka
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