Haja coração!

Depois do test-drive com a speed ontem, hoje foi dia de carneação.

O roteiro foi o habitual. Além dos pedaladores de costume, estava presente o “Peixe” e mais um guri de uns 17-18 anos e 50Kg.

O Peixe pedala todo santo dia. Nos finais de semana, o treino dele é na faixa de 200 a 300Km (com mountain bike, pneu slick, só asfalto). O outro guri eu não conheço, mas sei que disputa umas provas de cross country no gaúcho.

Na descida fiquei pra trás. Ainda não tenho nada de segurança com a speed. Fico com receio de usar a parte de baixo do guidão, mas acho que é bobagem. Bom, mas isso somado à noite escura… resolvi fazer uma descida no modo de segurança.

Quando começou o plano e as subidinhas, deixei uns 4 pra trás e fui pescar o Peixe. Antes do Ranzolin eu peguei ele. Como cheguei, passei, dei um sprint e ele não conseguiu acompanhar.

No subidão (sem nome) eu sofri um pouco. Na primeira marcha variava a posição da pedalada, mas ainda não tenho uma posição preferida para as mãos. De qualquer modo, olhando à esquerda, dava pra ver lááááá longe a série de faróis enfileirados.

Cheguei em Santa Justina e esperei uns 5 minutos pelo Peixe. Mais uns 10 minutos e chegaram todos.

Cada um contou algumas mentiras, fizemos algumas combinações para o pedal animal de sexta-feira e saímos. Novamente o Peixe na frente. Busquei ele. O guri veio junto e aproveitaram o meu vácuo praticamente o tempo todo. Só deram uma mãozinha chegando na ponte.

Começou a subida e a carneação. O Peixe puxou forte no início e no primeiro descanso alcancei ele (a speed atrasa um pouco na parte íngreme, mas é só dar uma folguinha que ela vai). O guri vinha junto.

Antes da Nona Giulia, o Peixe se afogou, disse pra irmos. O guri vinha atrás, ora puxando. Deixei ele ir na frente e fui controlando.

No ponto que tem a saída da trilha, ele pingou. Fiz a última parte com o coração na boca. Já na parte final, percebi um farol: era o guri recuperado, o Peixe vinha na roda dele (jogo de equipe??).

Eles passaram e tentaram abrir, fui na roda. Passei o guri um pouco mas adiante, ele tava mortinho.

Quando o terreno ficou um pouco menos íngreme, escutei o Peixe trocando de marcha. Fiz o mesmo e…. sprintei!!!

Não tem comparação. Uma mountain bike não consegue fazer isso.

Hoje então ganhei o prêmio de montanha do morro sem nome, a meta de Santa Justina, a meta da ponte na volta e o prêmio de montanha da Saúde, além da geral.😀

Conclusão final da speed (que amanhã vou devolver, já pensando no que vou comprar): é uma bicicleta pra macho. Todo mundo diz que é bicicleta de viadinho, mas o cara tem que ter força nas pernas e pulmão bom pra girar bastante.

É mais difícil de andar rápido do que uma mountain bike. Exige muito mais força e preparo físico. Hoje minha máxima cardíaca foi a 186 (100% da minha capacidade), com uma média de 158. É mole?

60, 50 ou 40… não sei qual das Speedster vou comprar. A 40 tem umas coisinhas de carbono (mas isso dá pra trocar). A 60 tem o preço mais simpático, mas não gostei dos STI Sora. 50 deve ser a escolha.

Deixe uma resposta

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: